
Nos 2 anos que jogou foi totalista de (quase) todas as competições em que entrou. Este ano, alguma coisa se passou a nível pessoal ou de motivação. Deixou de ser aquele que quase se matava de esforço à procura da vitória.
Mas, mais uma vez, o FCP mostrou que não é pai de pançudos. Quando um jogador mostra sinais de que entrou na fase descendente da carreira e/ou torna-se fonte de problemas, manda-se embora. Foi os casos de outros que deram muito ao Porto: Fernando Gomes, Jaime Pacheco, Sousa, Drulovic ...
Será este o segredo do sucesso?